Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Cheiro dos Livros

Depois de ser uma aventura radiofónica resume-se agora a uma forma de manter a minha biblioteca pessoal organizada...

O Cheiro dos Livros

Depois de ser uma aventura radiofónica resume-se agora a uma forma de manter a minha biblioteca pessoal organizada...

Regresso a Casa de José Luís Peixoto

Milheiras, 08.04.21
Regresso a Casa
 
Título: Regresso a Casa
Autor:  José Luís Peixoto 
ISBN: 9789897227059
Edição/Reimpressão: 08-2020
Editor: Quetzal Editores
Idioma: Português
Dimensões: 126 x 197 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 120
 
 
Sinopse

Intimidade, confissões, família, memória e pacificação: assim é o novo livro de poemas de José Luís Peixoto.

O novo livro de José Luís Peixoto fala-nos das quatro paredes de uma casa - e de todas as suas recordações em tempo de pandemia. Evoca a solidão, o isolamento, as portas fechadas, mas também a solidariedade das recordações: a mãe, o pai, os aromas, a família, a aldeia, o amor. Há espaço para a recordação da infância como para a peregrinação pelo mundo inteiro, como um Ulisses em viagem perpétua, rodeado de objetos próximos e voltado para dentro, para o lugar onde se regressa sempre: a casa.

«As estantes são ruas. Os livros são casas onde podemos entrar ou que podemos imaginar a partir de fora. Há livros que visitámos e há livros onde vivemos durante certas idades, conhecemos cada uma das suas divisões, trancámo-nos por dentro.
Fomos jovens durante tantos capítulos mas, de repente, um dia, apercebemo-nos de que restavam cada vez menos páginas entre o polegar e o indicador.»

Incensus de Dinis Muacho

Milheiras, 10.09.16

 Imagem

 

Título: Incensus

Autor: Dinis Muacho

ISBN: 978-989-20-6440-6

Edição ou reimpressão: Março de 2016

Editor: Edição de Autor

Idioma: Português

Encadernação: Capa mole

Páginas: 92

 

Incensus, o novo livro de Dinis Muacho, com posfácio do escritor José Luís Peixoto

 
"No poema, uma única palavra pode sugerir o mundo inteiro. Quando é assim, o poema torna-se uma arquitetura de mundos e, por consequência, é também a apologia de uma ordem maior do que nós, que nos inclui, que existe segundo regras que tentamos desvendar.

Em relação a essa busca, o poema é a cartografia possível, o rasto. São muitos os nomes que tentam circunscrever assuntos desse tamanho: amor, vida. Página após página, os poemas de Incensus trazem-nos reflexos dessa memória: tempo que passou e que, no entanto, ainda está aqui.

Os poemas de Dinis Muacho aspiram à melodia, ao equilíbrio. Possam os seus caminhos cruzarem-se com os olhos de muitos leitores."

 
José Luís Peixoto

Poesia para pintar e ser feliz

Milheiras, 18.05.15

 

Título: Poesia para pintar e ser feliz
Autor: vários
Coleção: Luar de Poesia
Género: Colectâneas

Editora : Lua de Marfim
Ano: 2015
ISBN: 978-989-8724-61-8
Formato: 21 x 29,7 cm
Páginas: 128

 

Sinopse

 

Livro para pintar para adultos com ilustrações e excertos de poemas de vários autores da Lua de Marfim.

 

 

 

 

 

101 Poetas Iniciação a Poesia em Língua Portuguesa de Inês Pupo

Milheiras, 17.04.15
101 Poetas
 
 
 
Título: 101 Poetas
Iniciação a Poesia em Língua Portuguesa
Autor:  Inês Pupo
 
Edição/reimpressão: 2007
Páginas: 248
Editor: Editorial Caminho
ISBN: 9789722118897
Faixa etária: a partir dos 10 anos
 
 
Sinopse

Qualquer leitor poderá por si só encontrar aqui os poetas que se tornarão seus companheiros para o resto da vida. Leituras feitas na sala de aula, sob orientação do professor, e em parceria com colegas da mesma idade, hão-de proporcionar experiências inesquecíveis e de efeito decisivo no amor pela língua e pela literatura.
 
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 6º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada - Grau de Dificuldade III.
 

Poesia de Luís de Camões para Todos

Milheiras, 16.04.15

Poesia de Luís de Camões para Todos

 

Título: Poesia de Luís de Camões para Todos
Ilustração: Ana Biscaia
 
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 48
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-71659-0
Coleção: Oficina dos Sonhos - Clássicos
Idioma: Português
 
 
Sinopse

Poemas sobre o amor e a vida, alguns contando pequenas histórias, outros de um humor irresistível…
Que este seja, para muitas crianças e jovens, o seu primeiro livro de Luís de Camões, pois nele se reúnem poemas líricos de leitura mais acessível, a par de outros que, de tão conhecidos, ficaram guardados na memória de muitos portugueses desde a juventude.
 
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para os 7º, 8º e 9º anos de escolaridade, destinado a leitura autónoma
 

Poesia e Alguma Prosa de Mário Saa

Milheiras, 02.11.14
 
Título: Poesia e Alguma Prosa
 Autor: Mário Saa
Edição/reimpressão:
Páginas: 390
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
ISBN: 9789722713740
Coleção: Biblioteca de Autores Portugueses
 
Sinopse
 
Escritor repartido por múltiplas áreas de interesse, Mário Saa (1893-1971) representa, enquanto poeta modernista, uma voz de marcada pujança e de indiscutível singularidade. Pujança não raro apoiada na associação entre uma quase crueza alusiva e um instinto de bem cadenciada versificação. Singularidade que muitas vezes assenta no cruzamento de certas ousadias de linguagem com modulações formais colhidas na nossa tradição.
Tendo convivido de perto com alguns importantes vultos do seu tempo (como Pessoa, Almada, Raul Leal, José Pacheco, Botto, Régio, Carlos Queiroz), o «poeta de Avis» situa-se entre o vanguardismo de Orpheu - em que não colaborou, mas a cujo espírito se sentia bastante ligado - e o movimento da Presença, onde fez inserir numerosos poemas e outros textos, entre os quais «O José Rotativo», um conto de tão surpreendente expressividade, colaborou em algumas das principais publicações do modernismo, como Contemporânea, Athena, Arte Peninsular, Cancioneiro do I Salão dos Independentes, Revista da Solução Editora, Momento e Sudoeste.
Esta sua aventura poética não tem sido contemplada com a visibilidade que por certo merecia, em larga parte devido ao facto de o seu autor nunca ter dado público qualquer volume de poemas, o que, ao longo dos anos, foi lamentado por várias personalidades.
Com a presente recolha - em que se coligem textos dispersamente publicados (incluindo alguns de ficção e de feição aforística) e alargado conjunto de inéditos - procura-se preencher esta lacuna.

Poesia para todo o ano de Luísa Ducla Soares

Milheiras, 21.03.14

 

Título: Poesia para todo o ano

 

Antologia organizada de acordo com temas abordados no 1.º ciclo do ensino básico

 

Autor:  Luísa Ducla Soares

 

Edição/reimpressão: 2014

 

Páginas: 144

 

Editor: Porto Editora

 

ISBN: 978-972-0-70173-2
Sinopse

 

Esta antologia, dirigida especialmente a crianças do 1.° Ciclo do Ensino Básico, é certamente uma bela iniciação à poesia e constitui um apoio para professores e encarregados de educação. Inclui poemas de todos os livros presentes nas Metas Curriculares de Português para este nível de ensino e muitos dos que figuram no Plano Nacional de Leitura.

Através dos mais reconhecidos poetas do passado e contemporâneos, abrange temáticas abordadas nos quatro primeiros anos de escolaridade, procurando estimular o prazer de ler e o gosto pela poesia e pela língua portuguesa.

A Criança em Ruínas - José Luís Peixoto

Milheiras, 23.10.11

A Criança em Ruínas

 

 

Adora, este livro! e o poema "Na hora de comer eramos cinco."

 

Excerto
« na hora de pôr a mesa, éramos cinco: o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs e eu. depois, a minha irmã mais velha
casou-se. depois, a minha irmã mais nova casou-se. depois, o meu pai morreu. hoje, na hora de pôr a mesa, somos cinco, menos a minha irmã mais velha que está na casa dela, menos a minha irmã mais nova que está na casa dela, menos o meu pai, menos a minha mãe viúva. cada um deles é um lugar vazio nesta mesa onde como sozinho. mas irão estar sempre aqui. na hora de pôr a mesa, seremos sempre cinco. enquanto um de nós estiver vivo, seremos sempre cinco.»

 

 

 

Sinopse
"Tendo como temática principal a nostalgia da "criança em ruínas", a obra reúne vários poemas de diferentes fases da vida do autor. A melancolia, os cenários de dor, os problemas existenciais e as inquietações estão presentes na maioria dos textos. A exorcização dos males do poeta surge precisamente pela escrita, pois o poema é "o último esconderijo da pureza". O mundo poético surge aqui definido como sendo aquele em que o poeta é o "imigrante dentro de uma estrela, de um parágrafo"."